quinta-feira, 5 de julho de 2007

Predador a$$umirá direção do Grêmio

Antonio Britto, o predador que no passado destruiu o futuro do Rio Grande, é o candidato da situação para assumir a presidência do Grêmio. O currículo de Britto se assemelha a um necrológio – por onde passou só ficaram assentados cadáveres.

Começou como porta-voz do Tancredo Neves. O presidente da transição conservadora eleito do colégio eleitoral durou alguns dias, deixando como herança o Sarney.

Foi Ministro do Itamar e engambelou os velhinhos com benefícios jamais concedidos só para se eleger governador do Rio Grande.

Eleito governador em 1994 com a ajudinha da RBS - que editou o último debate em que Olívio Dutra respondeu a uma pergunta capciosa encomendada do Mendelski sobre ocupações de terra – deixou o Estado esgualepado e completamente devastado: entregou a CRT, fatiou a CEEE, destruiu as políticas públicas, transferiu dinheiro para multinacionais, criou pedágios, privatizou o que pôde e causou os rombos que estão na raiz dos males atuais do Rio Grande.

Perdeu a eleição em 1998 para Olívio e disputou a última eleição em 2002 e sequer foi ao segundo turno. Na linguagem futebolística, virou vinagre.

Depois disso, assumiu sua porção de “executivo” – aquele gênero que recebe de volta os favores feitos. Foi para a Azaléia e depois da morte do fundador da empresa Nestor de Paula, matou algumas fábricas instaladas no Rio Grande e liquidou mais de seis mil empregos dos gaúchos.

Cumprido o servicinho, saiu da Azaléia. Depois disso foi flagrado circulando pelos corredores do Palácio Piratini, sede do governo que morreu antes mesmo de começar, rasgando todos os compromissos de campanha. O cheiro nunca engana.

Ultimamente não se tem notícias do paradeiro profi$$ional do “executivo” Britto.

Mau presságio para os gremistas: Britto é o candidato da situação para presidir o Grêmio em lugar de Paulo Odone, que pre$idirá a Grêmio Empreendimento$ - empre$a encarregada do ambicio$o e onero$o empreendimento de construção da “arena” do Olímpico.

Esta dupla já jogou junto. Paulo Odone foi líder do governo Antonio Britto na Assembléia Legislativa. O resultado da tabelinha dos dois sabemos: não sobrou pedra sobre pedra.

Os colorados podem se esbaldar. Desde que passaram a ter o Flávio Obino que todo clube tem [o Presidente Vitório Pífero], ao menos podem ficar aliviados com a dobradinha que cuidará dos de$tino$ do Grêmio: presságio de que o mal tempo voltará a freqüentar a zona do cemitério João 23, como de hábito.

Um comentário:

Claudia Cardoso disse...

Os gremistas já estão se mobilizando contra. Dá uma lida no Dialógico: http://dialogico.blogspot.com/2007/07/fora-britto.html
Abraço!