
A geografia deste desempenho eleitoral do PT começa com a “varrição petista” na região metropolitana de Porto Alegre e em todo o eixo da BR-116: Viamão, Gravataí, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Esteio, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Dois Irmãos. Abrange cidades-pólo e sub-pólo, como Erexim, Santa Rosa, Bagé, Bento Gonçalves. E se plasma em muitos municípios encravados bem no interior do Rio Grande.
Teve também outros 17 vice-prefeitos/as eleitos/as e, além disso, disputa em segundo turno a eleição em Canoas, Pelotas e Porto Alegre. Caxias do Sul, a quarta cidade gaúcha com mais de 200 mil eleitores, e palco de emocionantes disputas entre o PT e o PMDB, teve o resultado definido em primeiro turno em favor do candidato do PMDB, mas outra vez o PT polarizou o debate político.
Os partidos que sofreram as maiores baixas em relação à quantidade de municípios governados foram o DEM, que passará das 18 prefeituras conquistadas em 2004 para 13 nesta eleição; e o PDT, que perdeu 33 cidades administradas em relação a 2004 – passou de 97 municípios governados para 64.
A avaliação conclusiva do resultado eleitoral no RS, contudo, só depois do segundo turno em Canoas, Pelotas e Porto Alegre. E cotejada com um balanço final do resultado no plano nacional.
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